Plenária articula mobilização permanente em defesa da democracia, dos direitos s (21/03/2016)

    Belo Horizonte - MG

    Fortalecer ainda mais em Brasília e em Minas Gerais o dia 31 de março, próximo marco da luta pela democracia, pelos direitos sociais e contra o golpe. Esta foi a deliberação principal da Plenária da Central Única dos Trabalhadores (CUT/MG), realizada na tarde de segunda-feira (21), na sede da entidade, no Centro de Belo Horizonte. Dirigentes e militantes da Central, das confederações, federações e sindicatos CUTistas e dos movimentos sociais e populares avaliaram como extremamente positivo o ato da última sexta-feira, dia 18 de março, em que a unidade e as propostas do movimento levaram mais de 100 mil pessoas às ruas de Belo Horizonte e pretendem articular uma mobilização ainda maior no dia 31.

     “A rua ainda é vermelha e mostramos isso com a união da classe trabalhadora, dos sindicatos e dos movimentos sociais. A avaliação do dia 18 é muito positiva. Mostramos que temos capacidade de aglutinar forças. E a rua é importante, pois é onde se faz a disputa de opinião. Me surpreendeu a maturidade da base, principalmente do Sind-UTE/MG. Na assembleia geral, realizada no dia 16, a categoria aprovou, além das pautas específicas, a participação nesta agenda nacional. Somos contra a corrupção e a favor da democracia, contra o golpe, que representa todo um retrocesso para a população brasileira”, avaliou Beatriz Cerqueira, presidenta da CUT/MG.

    “O que construímos foi muito importante, mas a direita não aceita o processo de inclusão. No golpe, quem vai pagar a conta somos nós da classe trabalhadora e o povo. Vai trazer uma nova fase do neoliberalismo, com uma pauta negativa, que inclui privatizações da Previdência, da educação, do SUS, retirada de direitos de trabalhadoras e trabalhadores, dentro de uma onda de conservadorismo”, acrescentou a presidenta da CUT/MG, durante a Plenária.

    CUT/MG - Rogério Hilário