CUT divulga calendário de lutas do primeiro semestre de 2017
Reforma da Previdência afetará drasticamente as mulheres
Reforma da previdência de Temer fará trabalhadores contribuir mais e receber menos
Artigo GESEL:
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“Nueva etapa del proceso de integración energética entre Bolivia y Brasil”
Reforma da Previdência vai retirar o direito à aposentadoria pública
aumento da desigualdade extrema
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8 homens têm mesma riqueza que metade mais pobre do mundo
Cemig é condenada a indenizar terceirizados
Reação ao saneamento como negócio
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DENÚNCIA DE CORRUPÇÃO:
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Envolvendo Cemig e Andrade Gutierrez tem novas evidências
Sem água e sem escolas:
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Estado paulista aprofunda gestão desastrosa, criticam entidades
Governo vai privatizar 29 hidrelétricas estatais para pagar juros
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O reembolso dos consórcios vencedores será realizado por meio das contas de luz, com taxas de juros a 13% ao ano.
1° Feira Nacional da Reforma Agrária
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o poder de produção da agricultura camponesa, é responsável por alimentar 70% da população brasileira.
Nota Técnica nº 147 - DIEESE
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Uma greve em defesa do Brasil!
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A luta contra a privatização da Petrobrás, a defesa da vida e da soberania.
A CPI DO GENOCÍDIO:
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deve ser uma resposta contra a impunidade que impera no Mato Grosso do Sul.
Porquê apoiar a greve dos petroleiros?
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A Petrobrás não atendideu as reivindicações da categoria.
MARCHA DAS MULHERES NEGRAS
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Mês da Consciência Negra traz à tona o debate sobre o racismo no Brasil.
ONU critica projeto brasileiro de lei antiterrorismo
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Relatores acreditam que o texto pode ferir liberdades individuais da sociedade.
Tragédia anunciada
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Confira o dossiê completo elaborado pelo MAB sobre o rompimento das barragens da mineradora Samarco.
MEDIDA PROVISÓRIA nº 688, de 2015
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Dispõe sobre a repactuação do risco hidrológico de geração de energia elétrica.
Frente Povo Sem Medo
Frente Povo Sem Medo
Em São Paulo, ato reuniu mais de 50 mil pessoas.
A Vale mentiu:
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A lama das barragens tem concentração de metais até 1.300.000% acima do normal.
Água da Vale chega com querosene
Água da Vale chega com querosene
Primeiro carregamento de água da Vale chega com querosene e é imprópria para consumo.
ODEBRECHT ELEVA PREÇO DE ÁGUA:
ODEBRECHT ELEVA PREÇO DE ÁGUA:
Para a população de baixa renda no sudeste do Pará.
ENERGIA SOLAR
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BRASIL CHEGARÁ A 3 MIL MEGAWATTS EM 2018.
MARCHA DAS MULHERES NEGRAS
MARCHA DAS MULHERES NEGRAS
Em marcha histórica, mulheres negras atropelam racistas na Esplanada.
O desastre em Minas:
O desastre em Minas:
E a construção de segurança hídrica no Brasil.
Dia da Consciência Negra
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A importância da luta por uma sociedade mais justa e sem racismo.
MARCHA MUNDIAL DO CLIMA
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CHAMADO PÚBLICO PARA MOBILIZAÇÃO MUNDIAL PELO CLIMA – MARCHA MUNDIAL DO CLIMA.
Megaprojetos na América Latina
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Geram riqueza para acionistas e pobreza para comunidades locais.
'VALE COMANDA A APURAÇÃO DO CRIME
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QUE COMETEU CONTROLANDO POLÍTICOS, VÍTIMAS E JORNALISTAS'
Atingidos trancam entrada de Jirau em RO
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Os atingidos exigem uma reunião imediata com representantes das empresas, IBAMA e Governo Federal
Leis 'frouxas', seres vivos ameaçados.
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Renato Gaban Lima, afirma que rompimento da barragem em Mariana poderia ter sido evitado.
A catástrofe aconteceu dia 26/04/1986
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A “cidade fantasma” de Chernobil ou Chernobyl é muito famosa por ter sido palco do principal acidente nuclear do mundo.
52º dias vitoriosos!
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A LUTA CONTINUA!!
Contra a privatização do setor elétrico
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O protesto é contra uma possível venda de distribuidoras de energia pela Eletrobras.
En bogota firmes en defensa de la soberania energetica
Não ao PLS 555
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O polêmico PLS, que modifica o chamado "Estatuto das Estatais"
O Brasil em defesa da CELG
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O objetivo da mobilização é impedir o governo de privatizar a CELG.
Entidades divulgam manifesto
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Em apoio às vítimas da tragédia provocada pela Samarco
MANIFESTO AOS URBANITÁRIOS
MANIFESTO AOS URBANITÁRIOS
Um golpe que é dado também contra investimentos estratégicos do país, como o Pré-sal.
No Anhangabaú, CUT, CTB, Intersindical, e movimentos reunidos nas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo deram o recado
Modelo energético é tema de debate no Acampamento pela Democracia
IFE - Informativo Eletrônico do Setor Elétrico
IFE - Informativo Eletrônico do Setor El
O informativo é elaborado a partir das principais notícias sobre o setor que foram publicadas em diversas fontes de informação, no Brasil e no mundo.
PRIVATIZAÇÃO RADICAL ENVOLVE CORREIOS, ELÉTRICAS E ATÉ A CASA DA MOEDA
Comissão de Infraestrutura vota compensação a usuários por queda de energia
Gás natural amplia competitividade, indica pesquisa

    Notícias

    25/06/2017
    Estatais de energia podem atrair R$ 30 bilhões
    Por: POR ESTADÃO CONTEÚDO

    ma nova onda de "privatização" começa a ser colocada em curso no setor elétrico brasileiro, num movimento que pode atrair quase R$ 30 bilhões, apurou o Estado. Do ano passado para cá, estatais de vários Estados iniciaram processo para vender ativos de geração, transmissão e distribuição de energia. A lista inclui Cemig, de Minas Gerais; Cesp, de São Paulo; Copel, do Paraná; CEB, do Distrito Federal; e CEEE, do Rio Grande do Sul; além da companhia federal Eletrobrás.

    Na outra ponta estão investidores tradicionais do setor e estrangeiros com elevada liquidez que querem estrear ou aumentar a participação no país. Há, pelo menos, uma dúzia de multinacionais avaliando os negócios no setor, como as canadenses Hydro Quebec e os fundos CPPIB, Ontario Teachers e British Columbia; as europeias Iberdrola, Enel e Terna; e as chinesas State Grid, Huadian, China Three Gorges (CTG), State Power (SPIC), China Investment Corporation (CIC) e China Southern Grid. Entre as nacionais, a Equatorial é apontada como consolidadora.

    "Há ativos muito interessantes na mesa. O investidor que comprá-los terá a vantagem de adquirir negócios maduros, com licenças ambientais aprovadas e demanda cativa", diz Alexandre Bertoldi, sócio-gestor do Pinheiro Neto Advogados. O portfólio é diversificado, inclui pequenos e grandes empreendimentos, mais ou menos rentáveis, em várias partes do Brasil.

    "O setor elétrico caminha para um modelo de controle majoritário da iniciativa privada. Não há mais necessidade de o Estado ficar à frente dos investimentos, como ocorria antes com a Eletrobrás", avalia o professor da UFRJ Nivalde Castro.

    Saída

    Apesar de enfrentar resistência por parte da sociedade, a venda dos ativos estatais virou a única alternativa para as empresas - ou Estados - sanearem suas contas. Nos tempos de bonança, muitas dessas companhias investiram pesado em novos empreendimentos e se endividaram. No meio do caminho, sofreram o impacto da renovação das concessões, que reduziu o fluxo de caixa de muitas delas e provocou um descompasso entre dívidas e receitas. Hoje, na maior recessão da história do País, elas fazem o movimento inverso para reduzir seu tamanho.

    A Cemig, de Minas Gerais, é um exemplo dessa tendência. Investiu nos maiores projetos do setor, como as Hidrelétricas Belo Monte e Santo Antônio, que agora estão à venda. Na semana passada, anunciou também a venda da Light - uma das maiores (e mais problemáticas) distribuidoras de energia do país. O portfólio de ativos à venda da empresa soma algo em torno de R$ 6,5 bilhões.

    Dívida

    "Além do alto (e caro) endividamento, a Cemig sofreu com o fim das concessões de quatro hidrelétricas, que estabeleceu uma nova relação entre dívidas e receitas", diz Castro. As quatro usinas (Jaguara, São Simão, Miranda e Volta Grande) serão leiloadas pelo governo federal até 30 de setembro - prazo estabelecido também para licitar os ativos da Cesp, de São Paulo, que é assessorada pelo banco Fator.

    São três usinas com capacidade de 1,6 mil megawatts (MW) de potência, sendo a principal a Hidrelétrica Porto Primavera. O governo de São Paulo pretende levantar cerca de R$ 2 bilhões com a venda dos 40% de participação na empresa, mas o negócio pode somar R$ 4,7 bilhões, se considerada a venda dos acionistas minoritários. O entrave à privatização é que a licitação das usinas vence em breve (a de Porto Primavera em 2028). Na mesa, apurou o Estado, está a proposta de o potencial investidor levar os ativos e renegociar a renovação das concessões depois. O governo e o Fator não se pronunciaram.

    Outro Estado que tenta vender seus ativos de energia é o Rio Grande do Sul, que vive uma grave crise financeira. A venda das estatais é uma condicionante para o governo conseguir entrar no Programa de Recuperação Fiscal. Mas, para privatizar a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), será preciso ter o aval da população por meio de plebiscito.

    Enquanto isso, o governo faz a avaliação do preço dos ativos de geração e transmissão para verificar a viabilidade de venda, afirma o secretário de energia do Estado, Artur Lemos Júnior. A empresa detém participação de 64% em 5,8 mil km de linhas de transmissão e 15 usinas. O negócio pode envolver entre R$ 1,1 bilhão e R$ 1,5 bilhão, sem considerar a distribuidora de energia, cujo resultado tem sido deficitário.

    Fontes do mercado afirmam que todos os ativos à venda têm aguçado o apetite dos investidores, apesar do momento turbulento que o País atravessa. "O momento certo para investir são momentos como os de hoje, em que os ativos estão baratos", afirma o diretor-geral do escritório Alvarez & Marsal, Luis De Lucio. Atualmente, diz ele, há vendedor interessado e precisando vender os ativos e grandes investidores com liquidez querendo entrar no Brasil.